Voltar ao site

Perturbação e tumulto em aviões podem se tornar crimes

· Clipping

Migalhas

Proposta prevê 1 a 2 anos de reclusão para quem comprometer a segurança da aeronave.

Tramita na Câmara dos Deputados, o PL 6.365/19, que altera o Código Brasileiro de Aeronáutica para tipificar o crime de perturbação a bordo de aviões.

De acordo com a proposta, a pena será de reclusão de 1 a 2 anos mais multa para quem promover, a bordo, tumulto ou perturbação, ameaçar, agredir passageiro ou tripulante, recusar-se a obedecer à instrução de tripulante ou de qualquer modo expor a perigo a segurança da aeronave.

Projeto também prevê que o infrator poderá ser impedido de viajar em aeronaves comerciais pelo prazo de 2 anos.

De acordo com a justificativa do PL, dados da IATA - da Associação Internacional de Transporte Aéreo indicam que há um aumento exponencial dos casos de passageiros indisciplinados no Brasil e no mundo, e esta seria de coibir a impunidade.

A justificativa do projeto destaca que, entre os comportamentos inadequados que podem colocar em risco a tripulação e demais passageiros, estão agressões verbais, intoxicação e consumo de bebida alcoólica (ou mais drogas), não cumprimento de regras, como a proibição de fumar no avião e brigas entre passageiros.

“Esse projeto tem por objetivo garantir a segurança da aeronave e tranquilidade dos passageiros e penalizar os passageiros indisciplinados como consequência de suas ações. Consequentemente, fica evidente o interesse social de que se reveste a presente proposta, motivo pelo qual estamos certos de contar com o apoio de nossos ilustres Pares para a sua aprovação.”

A proposta será analisada pelas comissões de Viação e Transportes e CCJ e pelo Plenário.

Todos os Posts
×

Quase pronto…

Acabámos de lhe enviar um email. Por favor, clique no link no email para confirmar sua subscrição!

OK

 
IR Member
 
 

Telefone: 55 11 3074 2222

e-mail: contato@ferraznet.com.br

Endereço: Rua Joaquim Floriano, 397 - 7º e 8º andar - 04534 011 - São Paulo - SP

© 2018 - Ferraz de Camargo Advogados